Quinze Anos de Pastoreio, Dom Bernardino Marchió e Ordenações Diaconais

Quinze Anos de Pastoreio, Dom Bernardino Marchió e Ordenações Diaconais

A Catedral de Nossa Senhora das Dores, estava repleta de fiéis que vieram participar da Concelebração Eucarística, que ocorreu na noite desta sexta (12 de janeiro de 2018), em virtude dos quinze anos de pastoreio de Dom Bernardino Marchió, a frente da Diocese de Caruaru e ordenação de seis diáconos.

Ordenação Diaconal e Quinze Anos de Pastoreio de Dom Bernardino Marchió

Ordenação Diaconal e Quinze Anos de Pastoreio de Dom Bernardino Marchió

Amanhã (12 de janeiro), Dom Bernardino Marchió estará completando quinze anos de pastoreio, a frente da Diocese de Caruaru. Dom Dino, como é carinhosamente chamado, teve sua nomeação para a Diocese de Caruaru em 6 de novembro 2002 e o início de missão foi aos 12 de janeiro de 2003.

Escola Municipal Dom Bernardino Marchió é inaugurada em Caruaru - PE

Escola Municipal Dom Bernardino Marchió é inaugurada em Caruaru - PE

  Foi inaugurada na manhã desta quinta (28/12/2017) a escola Municipal Dom Bernardino Marchió, que fica localizada no residencial Luiz Bezerra Torres. Na ocasião estavam presentes a prefeita do município, Raquel Lyra, o vice-prefeito, Rodrigo Pinheiro, o juiz Gleydson Lima, os vereadores Lula Tôrres, Alysson da Farmácia, Bruno Lambreta, além de alguns secretários do governo.

Festa da Paróquia da Natividade do Senhor 2017

Festa da Paróquia da Natividade do Senhor 2017

  Entre os dias 21 e 24 de dezembro, acontecerá a festa da Paróquia da Natividade do Senhor, que tem por tema: "Natividade do Senhor: somos todos irmãos a serviço do Reino". Todas as noites as celebrações começam às 19h30min, e em seguida programação cultural. Na noite do dia 24, a celebração será às 20h, e terá como presidente o bispo diocesano, Dom Bernardino Marchió, depois haverá um...

  • Quinze Anos de Pastoreio, Dom Bernardino Marchió e Ordenações Diaconais

    Quinze Anos de Pastoreio, Dom Bernardino Marchió e Ordenações Diaconais

  • Ordenação Diaconal e Quinze Anos de Pastoreio de Dom Bernardino Marchió

    Ordenação Diaconal e Quinze Anos de Pastoreio de Dom Bernardino Marchió

  • Escola Municipal Dom Bernardino Marchió é inaugurada em Caruaru - PE

    Escola Municipal Dom Bernardino Marchió é inaugurada em Caruaru - PE

  • Festa da Paróquia da Natividade do Senhor 2017

    Festa da Paróquia da Natividade do Senhor 2017

Notícias da Diocese

13-01-2018 Diocesanas Muitos padres da Diocese de Caruaru e de outras dioceses, estiveram presentes na celebração. Estava presente na celebração, José Pereira, que na ocasião representou a prefeita do município, além do presidente da Câmara Municipal, Lula Torres. Em sua homilia, Dom Bernardino Marchió falou: “eu teria mil motivos para falar nesta noite, onde comemoro quinze anos de pastoreio neste chão, e ordeno seis diáconos. Mas quero lembrar de uma mulher, que deu um grande testemunho de vida, a Dra. Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança. Hoje faz, oito anos de seu falecimento. Sua dedicação e amor ao próximo, bem como sua vida simples, nos ensinou um exemplo de humildade e dedicação ao irmão e ao Reino de Deus. E continuou, “vejo muitos homens e mulheres que vivem criticando as coisas que não dão certo, mas não procuram uma forma de contornar a situação, na busca da verdadeira felicidade, em vez disto, ficam se apegando ao passado. Quantas pessoas morrem por causa de nossas omissões, pois devemos avançar sempre para “águas mais profundas”, nossa vida deve ser de entrega, pois não estamos nesta Igreja para ser servidos, mas para servir”. Terminou agradecendo a presença de todos e rogou a Deus que continue abençoando sua vida, a Diocese de Caruaru e que todos permaneçam sempre “Alegres na Esperança”.   PASCOM DIOCESANACréditos: Rinaldo Lima    

Quinze Anos de Pastoreio, Dom Bernardino Marchió e Ordenações Diaconais

A Catedral de Nossa Senhora das Dores, estava repleta de fiéis que vieram participar da Concelebração Eucarística, que o...

11-01-2018 Diocesanas Amanhã (12 de janeiro), Dom Bernardino Marchió estará completando quinze anos de pastoreio, a frente da Diocese de Caruaru. Dom Dino, como é carinhosamente chamado, teve sua nomeação para a Diocese de Caruaru em 6 de novembro 2002 e o início de missão foi aos 12 de janeiro de 2003. Para comemorar esse momento, uma missa será celebrada na Catedral de Nossa Senhora das Dores, às 19h30min, com a presença do clero diocesano, e na ocasião serão ordenados seis diáconos; cinco transitórios e um permanente. Os diáconos transitórios (futuros padres) são: Helder Tôrres da Silva, natural da cidade de Bezerros; Leonardo Bezerra do Nascimento, natural da cidade de Caruaru; José de Lima Araújo, natural da cidade de Santa Cruz do Capibaribe; Renan Sebastião da Silva e Rivaldo Régis Barbosa, ambos são naturais da cidade de Gravatá. Já o diácono permanente é o José Rivaldo de França, natural da cidade de Caruaru – PE. Amanhã, os seis serão ordenados diáconos da Igreja, pela imposição das mãos do bispo. Oscar Mariano Assessor de Imprensa Diocese de Caruaru  

Ordenação Diaconal e Quinze Anos de Pastoreio de Dom Bernardino Marchió

Amanhã (12 de janeiro), Dom Bernardino Marchió estará completando quinze anos de pastoreio, a frente da Diocese de Carua...

28-12-2017 Diocesanas Muitas pessoas compareceram a cerimônia, em seu pronunciamento Dom Dino disse: “fico feliz porque meu nome vai ficar aqui, eu não tenho muitos méritos, mas fica o nome de um bispo, meus antecessores ficarão também aqui nessa homenagem, pois quem não lembra de Dom Augusto Carvalho, idealizador e fundador da FAFICA. Eu quero terminar lembrando um momento histórico, a Igreja comemora hoje o dia dos Santos Inocentes, mas esse fato o que nos lembra? Lembra que nossas crianças não sejam assassinadas por falta de educação, saúde, segurança”. Encerrou suas palavras convidando a todos para rezar o Pai-Nosso. Na ocasião também foi inaugurada a creche do residencial, que levou o nome da senhora Guiomar Alves de Lima, que era avó do Juiz Gleydson em suas palavras disse: “minha família chegou aqui em Caruaru na década de 30, onde meu avó era comerciante e minha avô era bordadeira, que foram comerciantes na feira de Caruaru”. A escola tem capacidade para receber, mil e quatrocentos estudantes. O equipamento conta com vinte salas, um anfiteatro, biblioteca e um laboratório de informática, além do espaço para prática de esportes. Já o centro Municipal de Educação Infantil conta com 280 vagas para crianças, de 0 a 4 anos de idades e terão todos os cuidados necessários para esses pequenos cidadãos caruaruenses em tempo integral.  

Escola Municipal Dom Bernardino Marchió é inaugurada em Caruaru - PE

  Foi inaugurada na manhã desta quinta (28/12/2017) a escola Municipal Dom Bernardino Marchió, que fica localizada...

22-12-2017 Paroquiais  

Festa da Paróquia da Natividade do Senhor 2017

  Entre os dias 21 e 24 de dezembro, acontecerá a festa da Paróquia da Natividade do Senhor, que tem por tema: "Na...

Notícias Mundo Católico

16-10-2017 Mundo Católico “No dia em que completa 153 anos, a cidade de Campina Grande (PB) recebe um belo presente do Papa: a nomeação de um novo Bispo. Dom Dulcênio vem para a Paraíba ficar à frente da Diocese que me acolheu muito bem, e que me deixou saudades quando da minha transferência para João Pessoa. Fiz uma grande família em Campina. E essa família, com as graças e bênçãos de Deus, vai acolher Dom Dulcênio com muito ardor, na certeza de um frutuoso trabalho episcopal. Venha, Dom Dulcênio, para essa terra que tão bem acolhe os seus pastores”, fala Dom Delson. Sobre Dom Dulcênio: Era, até então, Bispo de Palmeira dos Índios (AL). Atualmente com 59 anos de idade, é natural de Lagarto (SE). Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (RJ). Foi ordenado sacerdote em 14/12/1985, em Lagarto. Cursou Especialização em Filosofia e Epistemologia da Psicologia, pela UVC Ceará, de 1997 a 1998. Dom Dulcênio foi nomeado bispo em 18/04/2001. A posse foi em 16/06/2001, em Estância (SE). Exerceu a função de Bispo Auxiliar de Aracaju (SE), de 2001 a 2006. Estava há 11 anos à frente da Diocese de Palmeira dos Índios. De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, parabeniza Dom Dulcênio Fontes de Matos pela nomeação feita p...

16-10-2017 Mundo Católico Após agradecer ao diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, e demais autoridades, o Papa recordou, em seu discurso, que em 16 de outubro de 1945, os governos decidiram eliminar a fome no mundo através do desenvolvimento do setor agrícola, instituindo a FAO. Nessa época, havia uma grave insegurança alimentar e grandes deslocamentos da população, recordou o Pontífice, com milhões de pessoas procurando sobreviver à miséria e às adversidades causadas pela guerra. Ainda hoje, a realidade exige, segundo pontuou o Papa, maior responsabilidade para garantir a alimentação a todos. “A realidade atual exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra – isso deve ser dado por certo – mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades, participando das decisões que o afetam e na realização das próprias aspirações, sem ter que se separar de seus entes queridos”. Francisco ressaltou que, diante de tal objetivo, está em jogo a credibilidade de todo o sistema internacional. “Sabemos que a cooperação está cada vez mais condicionada por compromissos parciais, limitando inclusive a ajuda nas emergências. Também as mortes por causa da fome e o abandono da própria terra são notícias comuns, com o perigo da indiferença. Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de transformar as possibilidades que dispomos numa garantia que permita a cada pessoa encarar o futuro com confiança, e não apenas com alguma ilusão”. O Santo Padre mencionou ainda que o cenário das relações internacionais mostra uma capacidade crescente de responder às expectativas da família humana. E isso também com a contribuição da ciência e da tecnologia que, ao estudarem os problemas, propõem soluções adequadas. “No entanto, essas novas conquistas não conseguem eliminar a exclusão de grande parte da população mundial: quantos são vítimas de desnutrição, de guerras e mudanças climáticas! Quantos precisam de trabalho ou de bens necessários e são obrigados a abandonar suas terras, expondo-se a muitas e terríveis formas de exploração. Valorizar a tecnologia para o desenvolvimento é certamente um caminho a seguir, desde que sejam tomadas ações concretas para reduzir o número de pessoas que passam fome ou para controlar o fenômeno da migração forçada”. Segundo o Papa, é preciso ir à raiz do problema para enfrentar a relação entre fome e migração. Nesse sentido, ele disse que os estudos realizados pela ONU, como aqueles feitos por outras organizações da sociedade civil, apontam para dois obstáculos a serem superados: conflitos e mudanças climáticas. “Como os conflitos podem ser superados? O direito internacional nos indica os meios para preveni-los ou resolvê-los rapidamente, evitando que se prolonguem e produzam fome e destruição do tecido social. Pensemos nas populações martirizadas por guerras que duram décadas e que poderiam ter sido evitadas, propagando efeitos desastrosos e cruéis como a insegurança alimentar e o deslocamento forçado de pessoas”. O Santo Padre voltou a defender a necessidade de diálogo e de boa vontade para frear os conflitos e um compromisso total contra o desarmamento gradual e sistemático, conforme previsto pela ONU. “Do que adianta denunciar que por causa dos conflitos milhões de pessoas são vítimas da fome e da desnutrição, se não agimos de forma eficaz em favor da paz e do desarmamento?”, questionou.

No Dia Mundial da Alimentação, Papa visita sede da FAO em Roma

Nesta segunda-feira, 16, Dia Mundial da Alimentação, o Papa Francisco visitou a sede do Fundo das Nações Unidas para A...

16-10-2017 Mundo Católico Na parábola, porém, nunca se fala da noiva, mas de muitos convidados, desejados e esperados: são eles que trazem o vestido nupcial. Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súbditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo. Por outras palavras, o Senhor deseja-nos, procura-nos e convida-nos, e não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância das suas leis, mas quer uma verdadeira e própria comunhão de vida connosco, uma relação feita de diálogo, confiança e perdão. Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã. Podemos interrogar-nos se, ao menos uma vez por dia, confessamos ao Senhor o amor que Lhe temos; se, entre tantas palavras de cada dia, nos lembramos de Lhe dizer: «Amo-Vos, Senhor. Vós sois a minha vida». Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor. No livro do Apocalipse Ele, dirigindo-Se a uma das Igrejas, faz-lhe concretamente esta censura: «Abandonaste o teu primitivo amor» (2, 4). Aqui está o perigo: uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta. Em vez disso, reavivemos a memória do primitivo amor: somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite. Mas o Evangelho adverte-nos: o convite pode ser recusado. Muitos convidados disseram que não, porque estavam presos aos próprios interesses: «eles, sem se importarem – diz o texto –, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio» (Mt 22, 5). Uma palavra reaparece: seu; é a chave para entender o motivo da recusa. De facto, os convidados não pensavam que as núpcias fossem tristes ou chatas, mas simplesmente «não se importaram»: viviam distraídos com os seus interesses, preferiam ter qualquer coisa em vez de se comprometer, como o amor exige. Vemos aqui como se afasta do amor, não por malvadez, mas porque se prefere o seu: as seguranças, a autoafirmação, as comodidades… Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se, envelhece. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar (cf. v. 6) aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam. Assim, o Evangelho pergunta-nos de que parte estamos: da parte do próprio eu ou da parte de Deus? Pois Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade. Como nos diz o Evangelho, perante as contínuas recusas, os fechamentos em relação aos seus convites, Ele prossegue, não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar. Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim é o amor, faz o amor; porque só assim se vence o mal. Hoje, este Deus que não perde jamais a esperança, compromete-nos a fazer como Ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso «eu» suscetível e preguiçoso. Há um último aspeto que o Evangelho destaca: o vestido dos convidados, que é indispensável. Com efeito, não basta responder uma vez ao convite, dizer «sim» e… chega! Mas é preciso vestir o costume próprio, é preciso o hábito do amor vivido cada dia. Porque não se pode dizer «Senhor, Senhor», sem viver e praticar a vontade de Deus (cf. Mt 7, 21). Precisamos de nos revestir cada dia do seu amor, de renovar cada dia a opção de Deus. Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus. Peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca. Como consegui-lo? Antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor: é o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele. Fonte: CNBB  

Papa Francisco canonizou 30 brasileiros neste domingo

  Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste domingo, 15 de outubro, na Praça São Pedro, foram cano...

15-10-2017 Mundo Católico Após ser cantado o Veni Creator, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos Postuladores das Causas, dirigiu-se até o Santo Padre pedindo para que se procedesse à canonização dos Beatos, com a leitura de seus nomes. A seguir, foi lida uma breve biografia dos novos Santos e entoada a Ladainha de todos os Santos, pedindo que por meio da Virgem Maria e de todos os Santos seja sustentado o ato que está para ser cumprido. Por fim, o Santo Padre leu a fórmula de canonização. Homilia Se se perde o amor de vista, “a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a serem respeitadas sem um porquê”. Inspirando-se no Evangelho de Mateus proposto pela Liturgia do dia, o Papa recorda em sua homilia que ”o Reino de Deus é comparável a uma Festa de Núpcias”. Nós, “somos os amados, os convidados” para estas núpcias, mas “o convite pode ser recusado”. Neste sentido, somos chamados a “renovar a cada dia a opção de Deus”, vivendo segundo o amor verdadeiro, superando a resignação e os caprichos de nosso eu”. Nós somos os convidados Francisco inicia sua reflexão explicando que o protagonista da festa de núpcias “é o filho do rei, o noivo, no qual facilmente se vislumbra Jesus”. Mas na parábola, não se fala da noiva, “mas de muitos convidados, desejados e esperados: são aqueles que trazem as vestes nupciais: “Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo”. Vida cristã é uma história de amor com Deus Em outras palavras – explica Francisco – o Senhor “não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância de suas leis, mas quer uma verdadeira comunhão de vida conosco, uma relação feita de diálogo, confiança e amor”: “Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã”. Francisco pergunta porém, se em nosso dia-a-dia nos recordamos de dizer “ao menos uma vez”, “Senhor, vos amo. Vós sois a minha vida”: “Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor”. Reavivar a memória do primeiro amor O Papa alerta para o perigo “de uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta”. Neste sentido, somos chamados a reavivar a memória do primeiro amor: “somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite”. A recusa do convite Mas este convite pode ser recusado. O Evangelho – observa o Papa – relata que muitos convidados disseram não, pois “estavam presos aos próprios interesses”, “ao seu campo, ao seu negócio”. A palavra “seu” – frisa Francisco – “é a chave para entender o motivo da recusa”. Nos afastamos do amor, “não por malvadez”, mas porque se prefere “as seguranças, a autoafirmação, as comodidades”: “Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam”. Deus é o oposto do egoísmo “Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade”, pois diante de nossas contínuas recusas e fechamentos, “não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar”: “Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim faz o amor; porque só assim se vence o mal”. Hoje – portanto – “este Deus que não perde jamais a esperança, nos compromete a fazer como ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso “eu” suscetível e preguiçoso". As vestes dos convidados O Papa destaca então, um último aspecto do Evangelho do dia: “as vestes dos convidados, que são indispensáveis”. Ou seja, não basta responder ao convite dizendo sim e basta, “mas é preciso vestir” “o hábito do amor vivido cada dia”, porque “não se pode dizer “Senhor, Senhor”, sem viver e praticar a vontade de Deus. Precisamos nos revestir a cada dia do seu amor, de renovar a cada dia a opção de Deus”: “Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus.” Perdão do Senhor, passo decisivo para entrar na sala das núpcias Que “peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca”, o que é possível, “antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor, o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele”. (JE) (from Vatican Radio)

O Brasil tem 30 novos Santos: Papa canoniza mártires de Cunhaú e Uruaçu

A Igreja tem 35 novos Santos, e entre eles, 30 brasileiros. Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste ...

Atualizações em tempo real

Santo do Dia

  • 20 Jan 2018 : São Sebastião

    20 Jan 2018 : São Sebastião Defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presosO santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado[…]

    Read more...

Foto Mensagem

Pensamento do dia

  • O amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente

telefone

Lista Telefonica

Ache na Nossa Lista Online
telefones e endereços de paróquias, Padres, instituições, Comunidades e muito mais.

CLIQUE AQUI ACESSAR>>
0853070116

Acenda sua

Velinha Digital

Acender uma vela digital é uma forma de manter a sua fé acesa.

ACENDER VELINHA >>

Artigos

Dom Dino

Leia todos os artigos publicados!

LEIA AGORA >>