Reunião sobre a Reforma da Catedral - Caruaru - PE

Reunião sobre a Reforma da Catedral - Caruaru - PE

  Ocorreu na noite de ontem, 20 de fevereiro, uma reunião no salão paroquial da paróquia Nossa Senhora das Dores - Catedral, com vários paroquianos e representações de outras paróquias, além do representante da prefeitura municipal de Caruaru, José Pereira, e o presidente da Câmara Municipal, Lula Torres. O padre Zenilson Tibúrcio, iniciou a reunião agradecendo a presença de todos e logo...

Pascom do Seminário Interdiocesano é oficializada

Pascom do Seminário Interdiocesano é oficializada

Hoje (20/02), foi oficializada a PASCOM (Pastoral da Comunicação) do Seminário Interdiocesano Nossa Senhora das Dores. O Seminário é formado por quatro Dioceses do interior de Pernambuco; Dioceses de Salgueiro, Pesqueira, Garanhuns e Caruaru. São 75 seminaristas sendo formados para o Ministério Sacerdotal.

Quarta-feira de Cinzas / Quaresma 2018

Quarta-feira de Cinzas / Quaresma 2018

Próxima quarta-feira, às 9h da manhã, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, terá início a quaresma, com a missa de cinzas. A celebração será presidida pelo bispo diocesano, Dom Bernardino Marchió, e contará com a presença do clero da cidade.

Pe. Zenilson Tibúrcio, novo Pároco da Catedral de N. Sra. das Dores

Pe. Zenilson Tibúrcio, novo Pároco da Catedral de N. Sra. das Dores

A noite de ontem (1º/02/2018), ficou marcada pela emoção e alegria na Catedral de Nossa Senhora das Dores, pois o padre Zenilson Tibúrcio, foi empossado como pároco da Igreja Mãe da Diocese, muitos padres e diáconos estavam presentes na celebração. Muitas homenagem foram prestadas ao Pe. Zenilson Tibúrcio.

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    Pe. Zenilson Tibúrcio, novo Pároco da Catedral de N. Sra. das Dores

Notícias da Diocese

21-02-2018 Diocesanas

Reunião sobre a Reforma da Catedral - Caruaru - PE

  Ocorreu na noite de ontem, 20 de fevereiro, uma reunião no salão paroquial da paróquia Nossa Senhora das Dores -...

21-02-2018 Diocesanas A PASCOM do Seminário vem para contribuir no despertar de novas vocações. A divulgação da realidade formativa do Interdiocesano e tantas outras formas de comunicação abrirá uma porta aos jovens que se sentem chamados a uma vocação específica, ao mesmo tempo em que é uma Pastoral que ajuda na interação e aproximação das pessoas com o seminário. A reunião que oficializou a PASCOM do Seminário, que já atuava de maneira informal, aconteceu nesta data às 9h. no próprio seminário. Estavam presentes Pe. Jerffeson Adelino, coordenador da PASCOM da Diocese de Caruaru e Pe. Erandi Torres, reitor do Seminário Interdiocesano. Eles especificaram a necessidade da PASCOM no seminário e traçaram os objetivos da Pastoral. Também se fez presente o seminarista Sérgio Manuel, representando a OVS (Obra das Vocações Sacerdotais) de Caruaru. Por fim, a equipe ficou constituída da seguinte forma: 1. Antônio Farias (Diocese de Garanhuns) Fotos e apoio interno 2. David Ferreira (Diocese de Caruaru) Coordenador da PASCOM 3. Eduardo Alves (Diocese de Garanhuns) Publicador 4. Ivan Cândido (Diocese de Salgueiro) Publicador 5. Ivo Souza (Diocese de Salgueiro) Publicador 6. José Neto (Diocese de Pesqueira) Coordenador da PASCOM 7. Josué Torres (Diocese de Caruaru) Publicador Geral 8. Rosely Silva (Diocesana de Caruaru) Fotos e apoio Externo  

Pascom do Seminário Interdiocesano é oficializada

Hoje (20/02), foi oficializada a PASCOM (Pastoral da Comunicação) do Seminário Interdiocesano Nossa Senhora das Dores. O...

13-02-2018 Diocesanas No período da quaresma, os católicos vivem um período de reflexão, jejum e oração. Esse ano o tema da CF - 2018 será: Fraternidade e Superação da Violência, e o lema: Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8). O Objetivo Geral da CF - 2018 é: "Construir a fraternidade, promovendo a cultura de paz, a reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência". Oscar Mariano - Assessor de Imprensa  

Quarta-feira de Cinzas / Quaresma 2018

Próxima quarta-feira, às 9h da manhã, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, terá início a quaresma, com a missa de cinzas....

02-02-2018 Diocesanas Centenas de fiéis compareceram de vários bairros da cidade, onde a Catedral ficou repleta, principalmente dos paroquianos da Matriz de São José, que vieram entregar o padre na igreja. Às 19h uma carreata trouxe o padre até a Catedral, onde uma multidão o esperava, com muita alegria, fogos de artifícios, papel picado, pétalas de rosas, além da emoção estava em todos. Em sua chegada o padre Zenilson foi recepcionado pelos sacerdotes, Mons. José Heleno e o Pe. Francisco Xavier, que deram as boas-vindas ao novo pároco e adentraram a Catedral. Na homilia, Dom Bernardino Marchió, falou que a Igreja é dinâmica e que as mudanças são necessárias, disse que havia recebido uma mensagem de um paroquiano da Igreja de São José, agradecendo pelos dez anos do Pe. Zenilson naquela comunidade, e que muito foi feito neste período. Dom Dino, ainda mencionou os padres que iniciaram a reforma da Catedral (Mons. Olivaldo Pereira e Mons. José Heleno) e comentou do desafio que o Pe. Zenilson iria assumir a partir daquele momento, mas que é dever de todos os fiéis a conclusão da reforma da Catedral. E terminou olhando para o padre e disse as palavras que o Rei Davi disse ao seu filho Salomão: “Sê corajoso e porta-te como um homem. Assim, Deus te abençoará e serás bem-sucedido”. No seu discurso, o Pe. Zenilson Tibúrcio agradeceu a todos que estavam presentes, falou dos anos que passou na Paróquia de São José, e foi muito feliz. Agradeceu a confiança depositada nele, pelo bispo diocesano. Disse que conhece os desafios que estarão por vir, mas prometeu fazer o máximo para continuar e quem sabe terminar a reforma da Catedral de Nossa Senhora da Dores. Depois foi até os pés da imagem de Nossa Senhora das Dores, e entregou um ramalhete com cento e sessenta botões de rosas, pois neste ano, a Diocese completará 170 anos de criação. Parabéns Pe. Zenilson Tibúrcio, que Nossa Senhora das Dores, o abençoe todos os dias, e que o senhor seja muito feliz, em sua nova missão. Parabéns às paróquias de São José e Catedral, pela bonita festa ocorrida ontem. PASCOM DIOCESANAFOTOS: Rosely Barros e Rayane Mirelle  

Pe. Zenilson Tibúrcio, novo Pároco da Catedral de N. Sra. das Dores

A noite de ontem (1º/02/2018), ficou marcada pela emoção e alegria na Catedral de Nossa Senhora das Dores, pois o padre ...

Notícias Mundo Católico

16-10-2017 Mundo Católico “No dia em que completa 153 anos, a cidade de Campina Grande (PB) recebe um belo presente do Papa: a nomeação de um novo Bispo. Dom Dulcênio vem para a Paraíba ficar à frente da Diocese que me acolheu muito bem, e que me deixou saudades quando da minha transferência para João Pessoa. Fiz uma grande família em Campina. E essa família, com as graças e bênçãos de Deus, vai acolher Dom Dulcênio com muito ardor, na certeza de um frutuoso trabalho episcopal. Venha, Dom Dulcênio, para essa terra que tão bem acolhe os seus pastores”, fala Dom Delson. Sobre Dom Dulcênio: Era, até então, Bispo de Palmeira dos Índios (AL). Atualmente com 59 anos de idade, é natural de Lagarto (SE). Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (RJ). Foi ordenado sacerdote em 14/12/1985, em Lagarto. Cursou Especialização em Filosofia e Epistemologia da Psicologia, pela UVC Ceará, de 1997 a 1998. Dom Dulcênio foi nomeado bispo em 18/04/2001. A posse foi em 16/06/2001, em Estância (SE). Exerceu a função de Bispo Auxiliar de Aracaju (SE), de 2001 a 2006. Estava há 11 anos à frente da Diocese de Palmeira dos Índios. De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, parabeniza Dom Dulcênio Fontes de Matos pela nomeação feita p...

16-10-2017 Mundo Católico Após agradecer ao diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, e demais autoridades, o Papa recordou, em seu discurso, que em 16 de outubro de 1945, os governos decidiram eliminar a fome no mundo através do desenvolvimento do setor agrícola, instituindo a FAO. Nessa época, havia uma grave insegurança alimentar e grandes deslocamentos da população, recordou o Pontífice, com milhões de pessoas procurando sobreviver à miséria e às adversidades causadas pela guerra. Ainda hoje, a realidade exige, segundo pontuou o Papa, maior responsabilidade para garantir a alimentação a todos. “A realidade atual exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra – isso deve ser dado por certo – mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades, participando das decisões que o afetam e na realização das próprias aspirações, sem ter que se separar de seus entes queridos”. Francisco ressaltou que, diante de tal objetivo, está em jogo a credibilidade de todo o sistema internacional. “Sabemos que a cooperação está cada vez mais condicionada por compromissos parciais, limitando inclusive a ajuda nas emergências. Também as mortes por causa da fome e o abandono da própria terra são notícias comuns, com o perigo da indiferença. Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de transformar as possibilidades que dispomos numa garantia que permita a cada pessoa encarar o futuro com confiança, e não apenas com alguma ilusão”. O Santo Padre mencionou ainda que o cenário das relações internacionais mostra uma capacidade crescente de responder às expectativas da família humana. E isso também com a contribuição da ciência e da tecnologia que, ao estudarem os problemas, propõem soluções adequadas. “No entanto, essas novas conquistas não conseguem eliminar a exclusão de grande parte da população mundial: quantos são vítimas de desnutrição, de guerras e mudanças climáticas! Quantos precisam de trabalho ou de bens necessários e são obrigados a abandonar suas terras, expondo-se a muitas e terríveis formas de exploração. Valorizar a tecnologia para o desenvolvimento é certamente um caminho a seguir, desde que sejam tomadas ações concretas para reduzir o número de pessoas que passam fome ou para controlar o fenômeno da migração forçada”. Segundo o Papa, é preciso ir à raiz do problema para enfrentar a relação entre fome e migração. Nesse sentido, ele disse que os estudos realizados pela ONU, como aqueles feitos por outras organizações da sociedade civil, apontam para dois obstáculos a serem superados: conflitos e mudanças climáticas. “Como os conflitos podem ser superados? O direito internacional nos indica os meios para preveni-los ou resolvê-los rapidamente, evitando que se prolonguem e produzam fome e destruição do tecido social. Pensemos nas populações martirizadas por guerras que duram décadas e que poderiam ter sido evitadas, propagando efeitos desastrosos e cruéis como a insegurança alimentar e o deslocamento forçado de pessoas”. O Santo Padre voltou a defender a necessidade de diálogo e de boa vontade para frear os conflitos e um compromisso total contra o desarmamento gradual e sistemático, conforme previsto pela ONU. “Do que adianta denunciar que por causa dos conflitos milhões de pessoas são vítimas da fome e da desnutrição, se não agimos de forma eficaz em favor da paz e do desarmamento?”, questionou.

No Dia Mundial da Alimentação, Papa visita sede da FAO em Roma

Nesta segunda-feira, 16, Dia Mundial da Alimentação, o Papa Francisco visitou a sede do Fundo das Nações Unidas para A...

16-10-2017 Mundo Católico Na parábola, porém, nunca se fala da noiva, mas de muitos convidados, desejados e esperados: são eles que trazem o vestido nupcial. Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súbditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo. Por outras palavras, o Senhor deseja-nos, procura-nos e convida-nos, e não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância das suas leis, mas quer uma verdadeira e própria comunhão de vida connosco, uma relação feita de diálogo, confiança e perdão. Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã. Podemos interrogar-nos se, ao menos uma vez por dia, confessamos ao Senhor o amor que Lhe temos; se, entre tantas palavras de cada dia, nos lembramos de Lhe dizer: «Amo-Vos, Senhor. Vós sois a minha vida». Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor. No livro do Apocalipse Ele, dirigindo-Se a uma das Igrejas, faz-lhe concretamente esta censura: «Abandonaste o teu primitivo amor» (2, 4). Aqui está o perigo: uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta. Em vez disso, reavivemos a memória do primitivo amor: somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite. Mas o Evangelho adverte-nos: o convite pode ser recusado. Muitos convidados disseram que não, porque estavam presos aos próprios interesses: «eles, sem se importarem – diz o texto –, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio» (Mt 22, 5). Uma palavra reaparece: seu; é a chave para entender o motivo da recusa. De facto, os convidados não pensavam que as núpcias fossem tristes ou chatas, mas simplesmente «não se importaram»: viviam distraídos com os seus interesses, preferiam ter qualquer coisa em vez de se comprometer, como o amor exige. Vemos aqui como se afasta do amor, não por malvadez, mas porque se prefere o seu: as seguranças, a autoafirmação, as comodidades… Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se, envelhece. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar (cf. v. 6) aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam. Assim, o Evangelho pergunta-nos de que parte estamos: da parte do próprio eu ou da parte de Deus? Pois Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade. Como nos diz o Evangelho, perante as contínuas recusas, os fechamentos em relação aos seus convites, Ele prossegue, não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar. Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim é o amor, faz o amor; porque só assim se vence o mal. Hoje, este Deus que não perde jamais a esperança, compromete-nos a fazer como Ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso «eu» suscetível e preguiçoso. Há um último aspeto que o Evangelho destaca: o vestido dos convidados, que é indispensável. Com efeito, não basta responder uma vez ao convite, dizer «sim» e… chega! Mas é preciso vestir o costume próprio, é preciso o hábito do amor vivido cada dia. Porque não se pode dizer «Senhor, Senhor», sem viver e praticar a vontade de Deus (cf. Mt 7, 21). Precisamos de nos revestir cada dia do seu amor, de renovar cada dia a opção de Deus. Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus. Peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca. Como consegui-lo? Antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor: é o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele. Fonte: CNBB  

Papa Francisco canonizou 30 brasileiros neste domingo

  Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste domingo, 15 de outubro, na Praça São Pedro, foram cano...

15-10-2017 Mundo Católico Após ser cantado o Veni Creator, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos Postuladores das Causas, dirigiu-se até o Santo Padre pedindo para que se procedesse à canonização dos Beatos, com a leitura de seus nomes. A seguir, foi lida uma breve biografia dos novos Santos e entoada a Ladainha de todos os Santos, pedindo que por meio da Virgem Maria e de todos os Santos seja sustentado o ato que está para ser cumprido. Por fim, o Santo Padre leu a fórmula de canonização. Homilia Se se perde o amor de vista, “a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a serem respeitadas sem um porquê”. Inspirando-se no Evangelho de Mateus proposto pela Liturgia do dia, o Papa recorda em sua homilia que ”o Reino de Deus é comparável a uma Festa de Núpcias”. Nós, “somos os amados, os convidados” para estas núpcias, mas “o convite pode ser recusado”. Neste sentido, somos chamados a “renovar a cada dia a opção de Deus”, vivendo segundo o amor verdadeiro, superando a resignação e os caprichos de nosso eu”. Nós somos os convidados Francisco inicia sua reflexão explicando que o protagonista da festa de núpcias “é o filho do rei, o noivo, no qual facilmente se vislumbra Jesus”. Mas na parábola, não se fala da noiva, “mas de muitos convidados, desejados e esperados: são aqueles que trazem as vestes nupciais: “Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo”. Vida cristã é uma história de amor com Deus Em outras palavras – explica Francisco – o Senhor “não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância de suas leis, mas quer uma verdadeira comunhão de vida conosco, uma relação feita de diálogo, confiança e amor”: “Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã”. Francisco pergunta porém, se em nosso dia-a-dia nos recordamos de dizer “ao menos uma vez”, “Senhor, vos amo. Vós sois a minha vida”: “Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor”. Reavivar a memória do primeiro amor O Papa alerta para o perigo “de uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta”. Neste sentido, somos chamados a reavivar a memória do primeiro amor: “somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite”. A recusa do convite Mas este convite pode ser recusado. O Evangelho – observa o Papa – relata que muitos convidados disseram não, pois “estavam presos aos próprios interesses”, “ao seu campo, ao seu negócio”. A palavra “seu” – frisa Francisco – “é a chave para entender o motivo da recusa”. Nos afastamos do amor, “não por malvadez”, mas porque se prefere “as seguranças, a autoafirmação, as comodidades”: “Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam”. Deus é o oposto do egoísmo “Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade”, pois diante de nossas contínuas recusas e fechamentos, “não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar”: “Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim faz o amor; porque só assim se vence o mal”. Hoje – portanto – “este Deus que não perde jamais a esperança, nos compromete a fazer como ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso “eu” suscetível e preguiçoso". As vestes dos convidados O Papa destaca então, um último aspecto do Evangelho do dia: “as vestes dos convidados, que são indispensáveis”. Ou seja, não basta responder ao convite dizendo sim e basta, “mas é preciso vestir” “o hábito do amor vivido cada dia”, porque “não se pode dizer “Senhor, Senhor”, sem viver e praticar a vontade de Deus. Precisamos nos revestir a cada dia do seu amor, de renovar a cada dia a opção de Deus”: “Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus.” Perdão do Senhor, passo decisivo para entrar na sala das núpcias Que “peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca”, o que é possível, “antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor, o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele”. (JE) (from Vatican Radio)

O Brasil tem 30 novos Santos: Papa canoniza mártires de Cunhaú e Uruaçu

A Igreja tem 35 novos Santos, e entre eles, 30 brasileiros. Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste ...

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  • 24 Fev 2018 : São Sérgio

    24 Fev 2018 : São Sérgio São Sérgio realizou um grande trabalho de evangelização e não se intimidou com a perseguição aos cristãosCelebramos neste dia a santidade de vida do monge Sérgio que chegou ao martírio devido seu grande amor a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. São Sérgio[…]

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  • Quando não tiver palavras para orar, apenas ajoelhe-se em silêncio e Deus ouvirá o seu coração.

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