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Artigos Dom Bernardino Marchió

14-12-2017 Dom Bernardino É verdade que a maioria da humanidade não conhece mais a história daquele que nasceu para trazer a salvação para todos. Até muitos cristãos, neste período, só pensam nos presentes e nas ceias natalinas. Mas é verdade, também que muitas pessoas de boa vontade estão se preparando para celebrar o grande evento que mudou o rumo da história.  A celebração do Natal se dá em 25 de dezembro e remonta ao ano 336. Não se sabe o dia exato em que nasceu Jesus. Na sua época não era costume comemorar data de nascimento das pessoas, não se guardavam estas datas. O Natal começou a ser celebrado nesse dia para indicar que Jesus é o Sol, a luz do mundo que vence as trevas e trazendo a vida. Isso porque nesta data, no Império Romano, se comemorava o deus Sol. Era festa pagã, do solstício de inverno no Hemisfério Norte, ou seja, o dia em que o Sol estava mais ‘fraco’ para começar a ficar mais ‘forte’ em seguida. Esta festa pagã foi substituída pela festa cristã do Natal. Ao comemorar o nascimento de Jesus nessa data, os cristãos fazem uma analogia. Com Jesus surgiu para a humanidade a verdadeira luz, mais brilhante que o Sol, o qual vence a noite e ressurge glorioso no céu com mais força. Hoje em nossa cultura tecnológica altamente desenvolvida e secularizada, na qual o homem se coloca no lugar de Deus prescindindo Dele, qual o sentido de comemorar o nascimento do menino Deus? O Natal neste contexto deixou de lado seu significado profundo e altamente positivo, de constatar que Deus, o criador, vem e se torna criatura, um de nós. O Natal para alguns hoje se tornou uma festa folclórica, impulsionada pelo mercado, no qual se compram e se vendem presentes, esquecendo-se do aniversariante. Não podemos, porém ser pessimistas: O Natal continua a ser um acontecimento no qual “Deus nasce no meio dos pobres para enriquecer-nos com sua pobreza”, conferindo uma dignidade ímpar ao ser humano e nós sabemos que o nascimento de Jesus já tocou o coração de milhões de pessoas e neste ano poderá transformar o nosso! Há sentido, sim, em comemorar o Natal quando se admite o significado da pessoa e da mensagem de Jesus na história passada, presente e futuro da humanidade. A mensagem de amor, fraternidade e tolerância que permeia o Natal é e será sempre atual. Por dois milênios nossa cultura ocidental pautou-se pelos princípios cristãos e pelo que o Cristianismo conservou de outras culturas. Hoje, sobretudo, o Natal tem sentido, em uma realidade social chamada por alguns filósofos de “era do vazio”, na qual as pessoas, não obstante as muitas facilidades tecnológicas, sentem dificuldades de se comunicar nos aspectos pessoal e humano. Cresce o número de suicídios. Celebrar o nascimento de Jesus é celebrar a esperança no sentido da vida. É trazer Deus de volta para habitar a humanidade para que ela se encontre e se salve de si mesma, abrindo-se para o infinito.  Dom Bernardino MarchióBispo Diocesano de Caruaru  

O Natal está chegando

  Muitos hoje se perguntam: o que celebramos no Natal? Natal é a festa na qual os cristãos celebram o nascimento d...

15-10-2017 Dom Bernardino É importante lembrar, porém, que os resultados da evangelização não dependem apenas dos recursos materiais: são sobretudo frutos da nossa fé e da confiança em Deus. Escreve o Papa Francisco na mensagem para o Dia das Missões: "Lembremo-nos sempre de que, ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. O Evangelho é uma Pessoa, que continuamente. Se oferece e, a quem A acolhe com fé humilde e operosa, continuamente convida a partilhar a sua vida através duma participação efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirmação, torna-se unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemunho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se alimento do homem novo, "remédio de imortalidade". O mundo tem uma necessidade essencial do Evangelho de Jesus Cristo. Ele, através da Igreja, continua a sua missão de Bom Samaritano, curando as feridas sanguinolentas da humanidade, e a sua missão de Bom Pastor, buscando sem descanso quem se extraviou por veredas enviesadas e sem saída. E, graças a Deus, não faltam experiências significativas que testemunham a força transformadora do Evangelho. A missão da Igreja é animada por uma espiritualidade de êxodo contínuo. Trata-se de "sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho". A missão da Igreja encoraja a uma atitude de peregrinação contínua através dos vários desertos da vida, através das várias experiências de fome e sede de verdade e justiça. A missão da Igreja inspira uma experiência de exílio contínuo, para fazer sentir ao homem sedento de infinito a sua condição de exilado a caminho da pátria definitiva, pendente entre o "já" e o "ainda não" do Reino dos Céus. A missão adverte a Igreja de que não é fim em si mesma, mas instrumento e mediação do Reino. Uma Igreja autorreferencial, que se compraza dos sucessos terrenos, não é a Igreja de Cristo, seu corpo crucificado e glorioso. Por isso mesmo, é preferível "uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças". Dom Bernardino MarchióBispo Diocesano de Caruaru  

A Missão no Coração da Fé Cristã

  O mês de outubro é vivido na Igreja Católica como mês missionário. Além das orações e do compromisso em viver o ...

09-10-2017 Dom Bernardino E, por isso, dedica todo o mês de outubro para a reflexão sobre o significado da missão da Igreja. O Papa Francisco nos ensina que devemos ser uma comunidade em saída, que dizer missionária e sempre pronta ao anuncio da alegrial do Evangelho. A Missão está no coração da fé cristã, nos explica Francisco na mensagem que nos enviou para fortalecer a caminhada missionária da Igreja. Escreve o Pontífice: “O Dia Mundial das Missões concentra-nos, também este ano, na pessoa de Jesus, que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De fato a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem sobretudo os inocentes. Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão?” E o próprio Francisco responde: “ A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora duma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida de Cristo ressuscitado, o qual, comunicando o seu Espírito vivificador, torna-Se para nós Caminho, Verdade e Vida. É Caminho que nos convida a segui-Lo com confiança e coragem. E, seguindo Jesus como nosso Caminho, fazemos experiência da sua Verdade e recebemos a sua Vida, que é plena comunhão com Deus Pai na força do Espírito Santo, liberta-nos de toda a forma de egoísmo e torna-se fonte de criatividade no amor. Deus Pai quer esta transformação existencial dos seus filhos e filhas; uma transformação que se expressa como culto em espírito e verdade, ou seja, numa vida animada pelo Espírito Santo à imitação do Filho Jesus para glória de Deus Pai. A missão da Igreja não é a propagação duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, consentindo à pessoa que O acolhe com fé e amor experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra. «A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual». Na próxima semana continuaremos a nossa reflexão sobre a mensagem para o Dia das Missões. Dom Bernardino Marchió Bispo Diocesano de Caruaru  

Outubro Mês Missionário

  A Igreja Católica inicia o mês de outubro com a festa de Santa Terezinha do Menino Jesus, Padroeira das Missões....

01-10-2017 Dom Bernardino Permitam que hoje indique 7 chaves para ler a Bíblia, este presente que Deus ofereceu a toda a humanidade. Com as “Sete Chaves” você encontra a Palavra de Deus que está na Bíblia e na vida e entenderá melhor o sentido escondido atrás das palavras. 1- Pés bem plantados na realidade. Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida, conhecer a realidade pessoal, familiar e comunitária do país e do mundo. É preciso conhecer também a realidade na qual viveu o Povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu prontinha. Ela nasceu das lutas, das alegrias, da esperança e da fé de um povo.2 - Olhos bem abertos. Um olho deve estar sobre o texto da Bíblia e o outro sobre o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia? O que fala o texto da vida? A Palavra de Deus está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter olhos para enxergá-la.3 - Ouvidos atentos, em alerta. Um ouvido para escutar o clamor do povo e o outro para escutar o que Deus quer falar.4 - Coração pronto para converter-se. Só quem ama a Deus e ao próximo pode entender o que Deus fala na Bíblia e na vida. 5 - Boca para anunciar e denunciar aquilo que os olhos viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu a palavra de Deus e a vida.6 - Cabeça para pensar. Usar a inteligência para meditar, estudar e buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a Bíblia e ler também outros livros que nos expliquem a Bíblia.7 - Joelhos dobrados em oração. Só com muita fé e oração dá para entender a Bíblia e a vida. Pedir ajuda ao Espírito Santo para entender o “espírito” da Bíblia. Não podemos fazer uma leitura ao pé da letra, porque a letra mata e o espirito vivifica.Certamente descobriremos outras chaves, mas estas são indispensáveis. É bom unir as chaves num chaveiro forte e firme. Este chaveiro é a família, o círculo bíblico, ou sua comunidade. A bíblia lida em comunidade torna-se mais fácil, mais proveitosa, mais agradável. E Deus continuará agindo na sua história! Dom Bernardino MarchióBispo Diocesano de Caruaru     

As Sete Chaves

Encerramos o mês de setembro que para os católicos é o mês da Bíblia! Só para os católicos? Só no mês de Setembro? Não! ...

Artigos Religiosos

07-08-2017 Religiosos Há um manuscrito medieval, de autor desconhecido, denominado de “Retrato do Padre” que diz, textualmente: “um padre deve ser, ao mesmo tempo, pequeno e grande, de espírito nobre, com sangue real, simples e espontâneo como um lavrador, um herói no domínio de si, um homem que lutou com Deus, uma fonte de santificação, um pecador que Deus perdoou, senhor de seus desejos, um servidor humilde para os tímidos e fracos, que não se rebaixa diante dos poderosos mas se curva diante dos pobres; discípulo de seu Senhor, chefe de seu rebanho; um mendigo de mãos largamente abertas, um portador de inúmeros dons, um homem no campo de batalha; uma mãe para confortar os doentes, com a sabedoria da idade e a confiança de um menino; voltado para o alto, os pés na terra… feito para a alegria, experimentado no sofrimento, imune a toda inveja, que se vê longe… que fala com franqueza, um inimigo da preguiça, uma pessoa que se mantém sempre fiel”. Além do bem traçado retrato do padre, na figura de um pai, o autor o retrata também na figura de uma mãe. Deus escolhe um homem para se tornar padre para que ele se torne pai de uma multidão como as areias do mar e as estrelas do céu. O padre todo dia gera, no seu coração, amor, alegria e paz nos corações dos fiéis. O padre gera cotidianamente uma pessoa nova, uma comunidade nova, uma paróquia nova, uma igreja nova, uma sociedade nova, um novo céu e uma nova terra. Eu diria simplesmente: “o padre é um filho que se tornou pai” (Dom Caetano, bispo de Guarulhos – SP). Fiquei muito feliz quando li que o futuro arcebispo de Milão, a maior arquidiocese do mundo, é apresentado como um “padre normal”. Não por andar de bicicleta. Não foi por isto que ele foi escolhido. Mas por ser um pai. “Normal” é o mesmo que dizer: “segundo a norma”, “habitual”, “natural”. Não é pouco dizer que o padre é uma pessoa normal. É o muito que se pode dizer. Seria anormal se o padre não fosse um homem normal. O normal de um padre é ser pai. No entanto, fiquei muito triste e incomodado quando também li que alguns padres são os maiores obstáculos ao ministério do papa Francisco. Se o normal do padre é ser pai, o anormal é viver sem a atitude paternal-filial para com o santo padre, o papa, o nosso pai na fé. A arte de ser pai, como todas as artes, não se somente aprende nos bancos de escolas. É um ato de educação. É a arte da aprendizagem. Como ninguém nasce falando, caminhando, cantando e rezando, mas chorando, a arte de ser pai se aprende exercendo esta magnificência capacidade que o Criador que deu ao ser humano, do sexo masculino, de gerar filhos e filhas: ser pai. O ato da ordenação não é um ato de esterilização, castração e infertilização. Embora não geramos filhos biológicos para o mundo, geramos filhos espirituais para Deus. Dizem os sábios e entendidos que o mundo está do jeito que está porque perdemos a capacidade de viver sob o Reinado de Deus Pai, no qual todos somos irmãos. Sem a paternidade não existe nem a filiação e nem a irmandade. Quando fui falar com o meu pároco que iria entrar no Seminário, ele não me deu nenhum bem material, mas meu deu um conselho que guardo para o resto da minha vida: “quer ser padre? Então seja padre, somente padre e totalmente”. E este é o conselho final que dou a todos os padres. Dom Pedro Brito GuimarãesArcebispo de Palmas – TO  

Padre quer dizer Pai

  Agosto é o mês vocacional. E uma das vocações contempladas, neste mês, é a vocação do padre. Todos nós sabemos q...

08-03-2017 Religiosos Muitas mulheres se tornaram ícones e exemplos a serem seguidos, mas uma delas se destaca: Maria, a mãe de Jesus. Em especial nesse Ano Mariano, vivido pela Igreja católica no Brasil, é forte o convite a contemplar a vida de Maria, que segundo o padre Moisés Coelho, da Comunidade Obra de Maria, é um grande exemplo de mulher a ser seguido. “Maria como mulher, mãe e esposa ensina muito, começando pela fidelidade. Ela foi fiel e toda mulher precisa ser fiel àquilo que Deus tem dado para ela. Maria foi aquela que cuidou de Jesus na sua totalidade de mãe, que doou-se, que amou e que zelou pelo filho. Isso ensina muito às mães no tempo de hoje. A mulher precisa aprender a se colocar no tempo de Deus. É preciso olharmos para as virtudes da Virgem Maria, para que possamos ser humildes, ter confiança, pureza, simplicidade e humildade”, diz Virtudes de Maria O sacerdote afirma que Maria foi uma mulher plena e cheia de virtudes, mas que quatro se destacam: a obediência, a humildade, a fé e a pureza. “Ela foi obediente ao plano da salvação e isso fez com que ela permanecesse em pé diante do projeto de Deus. A humildade como outra virtude é o que de mais belo Maria traz, porque ela sempre soube seu papel e quem ela era, ela também sabia que era totalmente dependente e que sua dependência de Deus, dentro do plano de salvação, fazia com que realmente tudo acontecesse na vontade Dele; Maria também foi fiel à sua verdade, pois tinha consciência que era humana e fraca, porque passou por sofrimentos e dores, mas não perdeu a fé, que foi o seu sustento diante das dificuldades”, afirma. Valor da maternidade Além de ser a escolhida por Deus para conceber Jesus e dar luz à Vida, não se deve esquecer que Nossa Senhora também foi filha, irmã, dona de casa, esposa, mulher e por fim, mãe, e como tal, o padre Moisés afirma que ela passa o verdadeiro valor da dignidade da maternidade. “Porque Nossa Senhora se doou por inteira a Jesus, ou seja, acompanhou os passos do filho. Até o último momento Maria esteva com Ele. Vemos muitas mães que deixam os filhos à mercê da educação das pessoas, e não estão ali presentes, ensinando, acompanhando. Mãe é estar presente”, acrescenta. Para assemelhar-se à Mãe de Jesus e alcançar tais virtudes, o sacerdote diz que não existe nenhuma receita, mas indica uma atitude principal: estar à disposição de Deus. “O que fazer para ser como Maria? Não existe uma receita como regra, mas existe uma verdade principal com a qual a mulher pode se aproximar da Virgem: estar à disposição de Deus. O que se deve fazer para ser como Maria é estar à disposição de Deus e permitir que Ele realize Seu plano”, conclui. Fonte: Canção Nova

Maria é exemplo de verdadeira mulher a ser seguido, diz padre

No Dia Internacional da Mulher e tendo como contexto o Ano Mariano, padre elenca as características de Maria que são exe...

06-03-2017 Religiosos Sim, porque ele morreu por todos nós, por cada um de nós. Também pelo ateu ou indiferente, não é gente? Então também o ateu ou indiferente tem contas a acertar com o Pai. Pedir perdão é o caminho adequado. Foi a primeira palavra que Jesus pronunciou ao começar sua missão na terra: Convertei-vos (cf. Mt 4,17). Converter-se é sentir que está errado, que pecou contra Deus, se arrepender e pedir perdão. Perdão para ser readmitido na intimidade do amor de Deus. Mas quem não acredita em Deus? Esse precisa pensar mais, estudar mais para descobrir o Eterno e reconciliar sua vida com Ele. Que ele pense direitinho, pois não há outro caminho para ser feliz. Se há outro caminho me apresente, por favor, pois eu não conheço. Como seria bom se os governantes do mundo, principalmente os do Brasil, entendessem e acolhessem com carinho e responsabilidade este convite de Jesus feito através da Igreja nesta quaresma: Convertei-vos. Ai sim, este mundo, este país seriam o que toda a humanidade deseja: um mundo justo, amoroso, pacifico. Particularmente nós brasileiros iríamos sorrir de felicidade, daquela felicidade permanente, contínua que todos almejamos. Alguém poderia dizer: Mas isso já é o Paraíso. Correto, pois o céu começa aqui. É na terra que começamos a construir nossa felicidade definitiva que ocorrerá no nosso convívio com Deus uno e trino no âmbito da eternidade. (Cf. Jo 14,3) Vamos nessa? Por Pe. Guilherme Gomes da Silva

Perdão, Senhor!

Com a quarta-feira de cinzas a Igreja abriu um período litúrgico em que a tônica é o perdão. Todos, católicos e não cató...

03-01-2017 Religiosos Não há um caminho para vermos o que de novo surge. Existem caminhos, vários caminhos... E se falamos em caminho inevitavelmente lembramos caminhada. Jamais alguém contemplará a beleza do caminho se não ousar desbravá-lo. Precisamos nos esforçar, sair da nossa comodidade e conhecer o caminho. Quer ver a novidade? Caminhe! É este o convite de Deus para todos nós. A caminhada, porém, é longa e requer alguns cuidados. Caminhar com os irmãos é fundamental para construir uma vida melhor e achar o novo na nossa história. Aqui nos encontramos! Ganha sentido o Setor Juventude. Existimos para andarmos juntos e em comunhão com a Igreja traçarmos os caminhos e partilharmos as novidades encontradas com toda a juventude diocesana. Não ousaremos listar as novidades de Deus em nossa vida, afinal nos propomos descobrir e nem seria possível. No entanto, o profeta Isaías nos assegura que o Senhor criará um novo céu e uma nova terra. A Igreja nos ensina que céu e terra novos existirão quando a vontade de Deus for feita “assim na terra como no céu” e Deus confia a nós jovens o cumprimento de suas promessas. Deus aposta em nós! Vamos caminhar! Vamos descobrir! Vamos construir uma nova terra! O Senhor caminha conosco e espera apenas um coração aberto e desejoso de amar e servir como o de Maria, Mãe de Deus. Nós vamos! E você, vai?! Vamos juntos... #tamojunto Com os cuidados de Maria a Mãe da Juventude e com as bênçãos de Deus, nosso abraço e nossas orações. Paulo Jorge da SilvaCoord. Setor Juventude

Mensagem do Coordenador do Setor Juventude Diocesano

Caruaru, 2º de janeiro de 2017. “Vou criar um novo céu e nova terra” Is 65,17. Sonhos despertados, desejos renovados, ...

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