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Artigos Dom Bernardino Marchió

17-04-2017 Dom Bernardino Maria Madalena chegou ainda de madrugada ao sepulcro, chorando o morto. E não o encontrou. Pedro e João correram e viram; encontraram as ataduras dobradas em um ângulo, o sudário bem dobrado, e de Jesus nenhum traço. Finalmente compreenderam. Agora diante de um sepulcro vazio, finalmente compreenderam. E de improviso a sua alegria foi plena. Uma alegria incontida, transbordante. Uma alegria em todos os recantos da terra e pelos séculos. Evidentemente ela é mais que justificada. Porque Jesus se revelou um chefe de longe mais poderoso dos poderosos. A história de todos os tempos conheceu tantos chefes, condutores, reformadores, revolucionários, com doutrinas e programas grandiosos: chefes que se esforçaram por realizá-los, mas depois, chegada para eles a derrota ou a morte, tudo acabava como um castelo de cartas, como uma bolha de sabão. De fato estes anos de história recente estão cheios de ambições e falências, de ideologias inchadas, enlouquecidas e bombásticas, de chefes de estado derrotados e tombados por terra. Com a morte de Jesus, nada terminou; com a sua ressurreição tudo recomeça. No momento em que seu túmulo foi encontrado vazio, a morte se muda em vida, a derrota se torna vitória, o choro e luto se transformam em alegria. Então começa a tomar consistência o seu programa, o seu projeto, a Boa Notícia que Jesus nos trouxe. A resposta de Deus aos pessimistas e aos desencorajados. O tema da paz é por certo o mais tratado em todos os tempos. É o mais desejado pelo coração humano. Nós também hoje desejamos que a paz reine entre as pessoas, dentro das comunidades humanas, entre as nações. Mas a paz é tão vulnerável. Ela nasce do conflito dentro do coração humano entre o egoísmo, o subjetivismo, e o amor ao próximo, com o perdão, a misericórdia que lhe vai ao encontro e o colocar-se em primeiro lugar. Deus não criou o homem para ser derrotado mas para vencer o conflito. Deu-lhe o seu Espírito de Amor para que fizesse sucumbir o mal dentro do próprio coração. É o que Cristo ensinou, realizou e deu a vida por esse ideal. Fundou a Igreja à qual preside na caridade para que ensine e testemunhe o amor. A Igreja é santa e pecadora. É chamada constantemente à conversão como toda a criatura humana. Sem cruz e morte não há ressurreição. Apontamos a todos um mundo novo, no qual acreditamos, feito com a renúncia à mentira, ao ódio, à vingança, ao roubo, à apropriação indébita, à corrupção ativa e passiva, à intolerância, à falsidade. Acreditamos na verdade, na justiça, na fraternidade, na doação da vida que gera a felicidade no interior do coração e com o próximo. Cristo é a grande novidade, só Ele pode mudar e transformar os corações que O acolhem e se convertem à vida nova. A todos Feliz Páscoa! Dom Bernardino Marchió Bispo Diocesano de Caruaru

A paz esteja convosco

Já falamos muitas vezes, nestas colunas, da urgência para vencer toda violência que estraga a vida da sociedade e constr...

03-03-2017 Dom Bernardino Depois da saudação inicial escreve o Papa: O criador foi pródigo com o Brasil. Concedeu-lhe uma diversidade de biomas que lhe confere extraordinária beleza. Mas, infelizmente, os sinais da agressão à criação e da degradação da natureza também estão presentes. Entre vocês, a Igreja tem sido uma voz profética no respeito e no cuidado com o meio ambiente e com os pobres. Não apenas tem chamado a atenção para os desafios e problemas ecológicos, como tem apontado suas causas e, principalmente, tem apontado caminhos para a sua superação. Entre tantas iniciativas e ações, me apraz recordar que já em 1979, a Campanha da Fraternidade que teve por tema “Por um mundo mais humano” assumiu o lema: “Preserve o que é de todos”. Assim, já naquele ano a CNBB apresentava à sociedade brasileira sua preocupação com as questões ambientais e com o comportamento humano com relação aos dons da criação. Como “não podemos deixar de considerar os efeitos da degradação ambiental, do modelo atual de desenvolvimento e da cultura do descarte sobre a vida das pessoas”, esta Campanha convida a contemplar, admirar, agradecer e respeitar a diversidade natural que se manifesta nos diversos biomas do Brasil – um verdadeiro dom de Deus - através da promoção de relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles vivem. Este é, precisamente, um dos maiores desafios em todas as partes da terra, até porque as degradações do ambiente são sempre acompanhadas pelas injustiças sociais. Os povos originários de cada bioma ou que tradicionalmente neles vivem nos oferecem um exemplo claro de como a convivência com a criação pode ser respeitosa, portadora de plenitude e misericordiosa. Por isso, é necessário conhecer e aprender com esses povos e suas relações com a natureza. Assim, será possível encontrar um modelo de sustentabilidade que possa ser uma alternativa ao afã desenfreado pelo lucro que exaure os recursos naturais e agride a dignidade dos pobres. Todos os anos, a Campanha da Fraternidade acontece no tempo forte da Quaresma. Trata-se de um convite a viver com mais consciência e determinação a espiritualidade pascal. A comunhão na Páscoa de Jesus Cristo é capaz de suscitar a conversão permanente e integral, que é, ao mesmo tempo, pessoal, comunitária, social e ecológica. Uma pessoa de fé que celebra na Páscoa a vitória da vida sobre a morte, ao tomar consciência da situação de agressão à criação de Deus em cada um dos biomas brasileiros, não poderá ficar indiferente. Desejo a todos uma fecunda caminhada quaresmal e peço a Deus que a Campanha da Fraternidade 2017 atinja seus objetivos. Invocando a companhia e a proteção de Nossa Senhora Aparecida sobre todo o povo brasileiro, particularmente neste Ano mariano, concedo uma especial Bênção Apostólica e peço que não deixem de rezar por mim. Dom Bernardino Marchió Bispo Diocesano de Caruaru

Tempo de Quaresma

Também Papa Francisco acompanha a Campanha da Fraternidade do Brasil. E por ocasião da abertura enviou uma men...

22-02-2017 Dom Bernardino A Igreja Católica olha mais para a frente: no dia 1º de março é a Quarta feira de Cinzas e começa a Quaresma como tempo privilegiado para se preparar para a Páscoa. E mais: a CNBB propõe nova Campanha da Fraternidade uma ampla reflexão sobre ”Biomas Brasileiro e defesa da Vida. Teremos muitas oportunidades para aprofundar o assunto. Hoje gostaria de convidar os meus leitores a meditar a Mensagem que o Papa enviou à Igreja.Escreve Francisco:A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração», não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão. A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo.  E depois de uma reflexão sobre a Parábola do homem rico e do pobre Lázaro, assim termina o Santo Padre:  Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo.  O Senhor indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa. Dom Bernardino MarchióBispo Diocesano de Caruaru

Quarta feira de Cinzas”

Estamos no clima de Carnaval que contagia todo brasileiro: até a Paróquia de Fátima, aqui em Caruaru já abriu a festa co...

30-01-2017 Dom Bernardino “A construção da paz por meio da não-violência ativa é um elemento necessário e coerente com os esforços contínuos da Igreja para limitar o uso da força através das normas morais, mediante a sua participação nos trabalhos das instituições internacionais e graças à competente contribuição de muitos cristãos para a elaboração da legislação a todos os níveis. O próprio Jesus nos oferece um "manua" desta estratégia de construção da paz no chamado Sermão da Montanha. As oito Bem-aventuranças traçam o perfil da pessoa que podemos definir feliz, boa e autêntica. Felizes os mansos – diz Jesus –, os misericordiosos, os pacificadores, os puros de coração, os que têm fome e sede de justiça. Este é um programa e um desafio também para os líderes políticos e religiosos, para os responsáveis das instituições internacionais e os dirigentes das empresas e dos meios de comunicação social de todo o mundo: aplicar as Bem-aventuranças na forma como exercem as suas responsabilidades. É um desafio a construir a sociedade, a comunidade ou a empresa de que são responsáveis com o estilo dos obreiros da paz; a dar provas de misericórdia, recusando-se a descartar as pessoas, danificar o meio ambiente e querer vencer a todo o custo. Isto requer a disponibilidade para "suportar o conflito, resolvê-lo e transformá-lo no elo de ligação de um novo processo". Agir desta forma significa escolher a solidariedade como estilo para fazer a história e construir a amizade social. A não-violência ativa é uma forma de mostrar que a unidade é, verdadeiramente, mais forte e fecunda do que o conflito. E termina com a confiança em Deus que nos conduz pelos caminhos que parecem impossíveis, mas que produzirão frutos duradouros: "Todos desejamos a paz; muitas pessoas a constroem todos os dias com pequenos gestos; muitos sofrem e suportam pacientemente a dificuldade de tantas tentativas para a construir". No ano de 2017, comprometamo-nos, através da oração e da ação, a tornar-nos pessoas que baniram dos seus corações, palavras e gestos a violência, e a construir comunidades não-violentas, que cuidem da casa comum. "Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podem ser artesãos de paz". Dom Bernardino Marchió Bispo Diocesano de Caruaru

Artesãos da Paz

Neste mês refletimos várias vezes sobre a mensagem de paz do Papa Francisco. Ele lembra o papel fundamental da família c...

Artigos Religiosos

08-03-2017 Religiosos Muitas mulheres se tornaram ícones e exemplos a serem seguidos, mas uma delas se destaca: Maria, a mãe de Jesus. Em especial nesse Ano Mariano, vivido pela Igreja católica no Brasil, é forte o convite a contemplar a vida de Maria, que segundo o padre Moisés Coelho, da Comunidade Obra de Maria, é um grande exemplo de mulher a ser seguido. “Maria como mulher, mãe e esposa ensina muito, começando pela fidelidade. Ela foi fiel e toda mulher precisa ser fiel àquilo que Deus tem dado para ela. Maria foi aquela que cuidou de Jesus na sua totalidade de mãe, que doou-se, que amou e que zelou pelo filho. Isso ensina muito às mães no tempo de hoje. A mulher precisa aprender a se colocar no tempo de Deus. É preciso olharmos para as virtudes da Virgem Maria, para que possamos ser humildes, ter confiança, pureza, simplicidade e humildade”, diz Virtudes de Maria O sacerdote afirma que Maria foi uma mulher plena e cheia de virtudes, mas que quatro se destacam: a obediência, a humildade, a fé e a pureza. “Ela foi obediente ao plano da salvação e isso fez com que ela permanecesse em pé diante do projeto de Deus. A humildade como outra virtude é o que de mais belo Maria traz, porque ela sempre soube seu papel e quem ela era, ela também sabia que era totalmente dependente e que sua dependência de Deus, dentro do plano de salvação, fazia com que realmente tudo acontecesse na vontade Dele; Maria também foi fiel à sua verdade, pois tinha consciência que era humana e fraca, porque passou por sofrimentos e dores, mas não perdeu a fé, que foi o seu sustento diante das dificuldades”, afirma. Valor da maternidade Além de ser a escolhida por Deus para conceber Jesus e dar luz à Vida, não se deve esquecer que Nossa Senhora também foi filha, irmã, dona de casa, esposa, mulher e por fim, mãe, e como tal, o padre Moisés afirma que ela passa o verdadeiro valor da dignidade da maternidade. “Porque Nossa Senhora se doou por inteira a Jesus, ou seja, acompanhou os passos do filho. Até o último momento Maria esteva com Ele. Vemos muitas mães que deixam os filhos à mercê da educação das pessoas, e não estão ali presentes, ensinando, acompanhando. Mãe é estar presente”, acrescenta. Para assemelhar-se à Mãe de Jesus e alcançar tais virtudes, o sacerdote diz que não existe nenhuma receita, mas indica uma atitude principal: estar à disposição de Deus. “O que fazer para ser como Maria? Não existe uma receita como regra, mas existe uma verdade principal com a qual a mulher pode se aproximar da Virgem: estar à disposição de Deus. O que se deve fazer para ser como Maria é estar à disposição de Deus e permitir que Ele realize Seu plano”, conclui. Fonte: Canção Nova

Maria é exemplo de verdadeira mulher a ser seguido, diz padre

No Dia Internacional da Mulher e tendo como contexto o Ano Mariano, padre elenca as características de Maria que são exe...

06-03-2017 Religiosos Sim, porque ele morreu por todos nós, por cada um de nós. Também pelo ateu ou indiferente, não é gente? Então também o ateu ou indiferente tem contas a acertar com o Pai. Pedir perdão é o caminho adequado. Foi a primeira palavra que Jesus pronunciou ao começar sua missão na terra: Convertei-vos (cf. Mt 4,17). Converter-se é sentir que está errado, que pecou contra Deus, se arrepender e pedir perdão. Perdão para ser readmitido na intimidade do amor de Deus. Mas quem não acredita em Deus? Esse precisa pensar mais, estudar mais para descobrir o Eterno e reconciliar sua vida com Ele. Que ele pense direitinho, pois não há outro caminho para ser feliz. Se há outro caminho me apresente, por favor, pois eu não conheço. Como seria bom se os governantes do mundo, principalmente os do Brasil, entendessem e acolhessem com carinho e responsabilidade este convite de Jesus feito através da Igreja nesta quaresma: Convertei-vos. Ai sim, este mundo, este país seriam o que toda a humanidade deseja: um mundo justo, amoroso, pacifico. Particularmente nós brasileiros iríamos sorrir de felicidade, daquela felicidade permanente, contínua que todos almejamos. Alguém poderia dizer: Mas isso já é o Paraíso. Correto, pois o céu começa aqui. É na terra que começamos a construir nossa felicidade definitiva que ocorrerá no nosso convívio com Deus uno e trino no âmbito da eternidade. (Cf. Jo 14,3) Vamos nessa? Por Pe. Guilherme Gomes da Silva

Perdão, Senhor!

Com a quarta-feira de cinzas a Igreja abriu um período litúrgico em que a tônica é o perdão. Todos, católicos e não cató...

03-01-2017 Religiosos Não há um caminho para vermos o que de novo surge. Existem caminhos, vários caminhos... E se falamos em caminho inevitavelmente lembramos caminhada. Jamais alguém contemplará a beleza do caminho se não ousar desbravá-lo. Precisamos nos esforçar, sair da nossa comodidade e conhecer o caminho. Quer ver a novidade? Caminhe! É este o convite de Deus para todos nós. A caminhada, porém, é longa e requer alguns cuidados. Caminhar com os irmãos é fundamental para construir uma vida melhor e achar o novo na nossa história. Aqui nos encontramos! Ganha sentido o Setor Juventude. Existimos para andarmos juntos e em comunhão com a Igreja traçarmos os caminhos e partilharmos as novidades encontradas com toda a juventude diocesana. Não ousaremos listar as novidades de Deus em nossa vida, afinal nos propomos descobrir e nem seria possível. No entanto, o profeta Isaías nos assegura que o Senhor criará um novo céu e uma nova terra. A Igreja nos ensina que céu e terra novos existirão quando a vontade de Deus for feita “assim na terra como no céu” e Deus confia a nós jovens o cumprimento de suas promessas. Deus aposta em nós! Vamos caminhar! Vamos descobrir! Vamos construir uma nova terra! O Senhor caminha conosco e espera apenas um coração aberto e desejoso de amar e servir como o de Maria, Mãe de Deus. Nós vamos! E você, vai?! Vamos juntos... #tamojunto Com os cuidados de Maria a Mãe da Juventude e com as bênçãos de Deus, nosso abraço e nossas orações. Paulo Jorge da SilvaCoord. Setor Juventude

Mensagem do Coordenador do Setor Juventude Diocesano

Caruaru, 2º de janeiro de 2017. “Vou criar um novo céu e nova terra” Is 65,17. Sonhos despertados, desejos renovados, ...

22-08-2016 Religiosos A Liturgia Sagrada já invoca a Mãe de Deus com os títulos de Rainha dos Anjos, dos Patriarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires, dos confessores, das Virgens e de todos os Santos. Rainha Imaculada, Rainha do Santíssimo Rosário, Rainha da Paz e Rainha assunta ao céu. Por que Rainha dos Anjos Esse título de Rainha exprime o pensamento de a Santíssima Virgem se avantajar a todas as ordens de santidade e de virtude pelos méritos de ser a Mãe de Deus. Rainha dos meios que levam a Jesus Cristo e de que, sendo Rainha assunta ao Céu, já era sobre a terra, isto é, Rainha reconhecida pela terra e pelo céu como sendo a criatura mais perfeita e mais avantajada em toda a santidade e semelhança de Deus Criador! Mas quando falamos no título da realeza de Maria Santíssima, trata-se da realeza que lhe cabe por direito como soberana, deduzida das suas relações com Jesus Cristo, Rei por direito de tudo o que foi criado, visível e invisível, no céu e na terra. Efetivamente, as prerrogativas de Jesus Cristo têm todos os seus reflexos na Santíssima Virgem, Sua Mãe admirável. Assim, Ele é o Autor da graça e Sua Mãe é a despenseira e intercessora de todas as graças. E assim, pelo reflexo da Realeza de Jesus Cristo, seu Filho, ela é a Rainha do Céu e da Terra, dos Anjos e dos homens, das famílias e dos corações, dos justos e dos pecadores que, na Sua Misericórdia real, encontram perdão e refúgio. “Oh! Se os homens aceitassem, de verdade prática, a Realeza da Santíssima Virgem, em todas as nações, em todos os lares, e, realmente, pelo seu governo maternal regulassem os interesses deste mundo material, buscando primeiro que tudo o Reino de Deus, o Reino de Maria Santíssima, obedecendo aos seus ditames e conselhos reais, como depressa se mudaria a face da Terra! Todas as heresias foram, em todos os tempos, vencidas pelo cetro da Santíssima Mãe de Deus. Nestes nossos tempos, tão conturbados pelas sumas das heresias, os homens debatem-se numa pavorosa luta em que vemos e apalpamos, da maneira mais trágica, serem insuficientes os meios humanos para restabelecer a paz na sociedade humana! De resto, demasiado puseram os homens a sua confiança nos sistemas sociais, nos meios do progresso científico, no poder das armas de destruição, no terrorismo; e tudo isso só serviu para o mundo assistir, agora desorientado, à maldição profetizada aos homens que põem a sua confiança nos homens, afastando-se de Deus e da ordem sobrenatural da graça! Faça com fervor essa oração “Maria Santíssima, Rainha do Céu e da Terra, é vencedora de todas as batalhas de Deus. Voltem-se os governantes do mundo para ela e o seu cetro fará triunfar a causa do bem, com o triunfo da Igreja e do Reino de Deus! Reze com devoção e confiança esta oração: ‘Oh, Maria sem pecado concebida! A mais Preciosa Menina, Rainha das Maravilhas. Ajuda-me, neste dia, a ser sempre teu verdadeiro filho, para chegar um dia ao Deus da vida. És Rainha do Céu e da Terra, gloriosa e digna Rainha do Universo, a quem podemos invocar de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe, mas também com o de Rainha, como te saúdam no Céu com alegria e amor todos os anjos e santos. Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a luz divina do Universo para me ajudar a resolver esses problemas’.” (descrever resumidamente as suas intenções). Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai. Nossa Senhora Rainha, rogai por nós! Por: Padre Luizinho

Nossa Senhora Rainha dos anjos, dos santos e dos homens

A Liturgia Sagrada já invoca a Mãe de Deus com os títulos de Rainha dos Anjos Nossa Senhora, verdadeira Mãe de Jesus Cr...

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